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Coroa dentária fixa de porcelana - quanto custa?

Os diferentes tipos de coroa dentária

A coroa dentária é o tipo mais frequente de prótese fixa. Bem executada dura em média 15 a 20 anos.

Foto de coroa metalo cerâmica em dente molar inferior

tabela de preços

coroa de porcelana fundida no metal - também chamada de coroa metalo cerâmica

É indicada nos casos em que a coroa do dente natural está tão destruída que não permite ser reconstruída, através de materiais plásticos, como os compômeros ou resinas acrílicas. Ou quando o bloco dentário (inlay/onlay) já não é opção útil.

Atualmente devemos considerar dois tipos de coroa dentária. A Coroa de Porcelana Fundida no Metal (PFM) e a Coroa de Porcelana pura. Esta última é a mais bela e recomendada dentro da prótese dentária fixa. Mas as duas têm o seu campo de aplicação específico.

Quanto custa uma coroa dentária?

Uma coroa metalo cerâmica (porcelana fundida no metal) custa em torno de R$ 873,00 independentemente do dente, quer seja dente da frente (incisivo/canino) ou dente posterior (pré-molar/molar). A coroa de porcelana custa em média R$ 1.060,00. Consulte o preço de outros tipos de coroas, como a coroa sobre implante, coroa provisória, coroa metálica de ouro ou liga não preciosa.

A coroa dentária de porcelana (cerâmica pura)

A coroa dentária de porcelana apresenta uma estética superior. Dentro deste tipo existem inúmeras soluções diferentes nos materiais e métodos de fabrico.

Para a pessoa comum não é importante saber se a coroa é de zircônia, alumina, ips-empress, etc. Essa é uma escolha da preferência do dentista.

Talvez o unico interesse para o paciente seja conhecer a diferença entre coroa metalo cerâmica (porcelana fundida no metal) e a coroa de porcelana total.

Na verdade, mesmo considerando a superioridade estética da coroa cerâmica, existem algumas situações em que a decisão pode cair sobre uma coroa metalo cerâmica. Por exemplo, o caso de molares superiores ou inferiores. Nestes dentes as cargas de mastigação são tão grandes, que o dentista pode sentir maior segurança na utilização de coroa de porcelana fundida no metal, vulgo metalo cerâmica, devido à sua maior robustez.

Qualquer que seja a coroa escolhida, é executada de modo a ficar no mesmo tom dos outros dentes. Igualmente, os materiais de que são feitas resistem ao desgaste e corrosão de modo semelhante aos dentes naturais. A sua côr não é susceptível de alterar com o tempo, embora possam ficar manchadas na superfície. Nada que o dentista não resolva com um polimento.

(importante!) A coroa provisória de acrílico, é geralmente usada durante a realização da coroa definitiva. Por muito perfeita que lhe pareça não é feita para durar. Não considere poder usar permanentemente uma coroa provisória, ao invés da coroa definitiva de porcelana. Estaria a enganar-se.

As coroas dentárias são grudadas (cimentadas) ao que resta dos dentes que as recebem mas também podem ser parafusadas em implantes dentários.

É a opção em que a coroa serve para recuperar um dente que se perdeu totalmente. A pessoa coloca primeiro o implante dentário (pino ou parafuso) que se integra ao osso, e depois a coroa dentária própriamente dita sobre o mesmo. Quando faltam mais dentes, podem ser colocadas várias coroas individuais ou uma ponte dentária fixa. Se essa ponte for nos dentes da frente, considere a ponte dentária adesiva Maryland.

Problemas das coroas dentárias

Algo que acontece mais tarde ou mais cedo com qualquer coroa, é a exposição da margem. Resulta da retração da gengiva e osso, que decorre em maior ou menor nível, com o avançar da idade. Fatores como a higiene dentária, o fumo, a saúde da gengiva, a deposição de tártaro. etc., aceleram ou retardam este fenômeno. Quando acontece, a margem da coroa fica exposta. A solução é um novo preparo e uma nova cora dentária.

Pode-se amenizar este futuro e desagradável problema estético, pela opção inicial por coroa dentária de porcelana pura, porque a margem da coroa metalo cerâmica é escura e a de porcelana pura não é.

Outra coisa muito aborrecida é quando a coroa dentária cai, porque foi mal cimentada e é fácil de resolver cimentando de novo, ou porque está mal adaptada, situação mais grave que pode indiciar defeito, e então é preciso fazer uma nova.

Estas situações devem ser prontamente resolvidas, porque a infiltração de fluídos no interior da coroa leva à destruição progressiva da dentina do dente e em último caso à perda do dente natural onde a coroa está cimentada.

Apesar da grande resistência dos materiais cerâmicos, por vezes a coroa quebra. A sua reparação pode ser feita com compômeros, diretamente na boca, ou exige a sua remoção e envio para um laboratório de prótese. Enquanto aguarda, o paciente fica usando uma coroa provisória de acrílico.